domingo, 13 de dezembro de 2009

A professora Elizabete Tomaz Marquez desenvolveu o Projeto : Ler mais para escrever melhor cujo objetivo era compreender que o hábito da leitura nos torna escritores mais competentes com os maior número de experiências e dados teóricos a serem demonstrados e desenvolvidos.

ÚLTIMO ENCONTRO





O último encontro foi destinado à entrega de atividades pendentes e mostra do Projeto que já havia sido eleborado e colocado em prática na escola.
A professora Elizabete Porto desenvolveu o Projeto Um novo olhar “ a leitura e a escrita”
Cujo objetivo era valorizar a construção de conhecimento através da leitura e da escrita , promovendo reflexões e criando condições para um uso mais adequado e consciente da Língua Portuguesa no dia a dia.

TP 2

Este TP foi introduzido com uma leitrua compartilhada em power point cujo título era "felicidade". Lemos alguns pontos importantes deste módulo e realizamos algumas atividades dele. Também foi analisado alguns textos de alunos para verificar "A frase e sua organização". Neste dia também aproveitei para trabalhar com o material "Entendendo o erro ortográfico"(vídeo e apostila) do professor Artur Gomes de Morais e esta etapa foi bastante produtiva. Em seguida realizamos a oficina três.
No outro encontro referente às unidades 7 e 8 dete mesmo TP, iniciei o encontro com uma mesagem chamada "Dupla visão" ( esta mensagem continha quadros com imagens subliminares, onde poderiam ser vistas outras imagens a partir da mesma). Em seguida lemos o texto:
Traduzir-se
Uma parte de mim é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão:
outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera:
outra parte delira.
Uma parte de mim almoça e janta:
outra parte se espanta.
Uma parte de mim é permanente:
outra parte se sabe de repente.
Uma parte de mim é só vertigem:
outra parte, linguagem.
Traduzir-se uma parte
na outra parte -
que é uma questão de vida ou morte
- será arte?
Em seguida realizamos leitura de pontos importantes deste Tp e atividades( inclusive uma foi utilizada a música "Fantasia" de Chico Buarque) e ainda realizamos a oficina 4.

sábado, 12 de dezembro de 2009

TP 1

Iniciamos o TP 1 com estudos do material e atividades por ele proposta. Um dos textos que mais chemou atenção foi "Conta de novo" e os textos que abordaram o tema família e separação .O tempo também foi utlizado para escolha de oficinas e atividades do AA 1 ( versão do aluno).Também foi feita oficina 1.

A unidade 3 e 4 foi introduzida com o livro" Asa da palavra" de Adriana Biterães Netto, a seguir lemos alguns pontos importantes do texto "Preconceito linguístico" de Marcos Bagno e ouvimos a música Cuitelinho.

Cuitelinho

Composição: Paulo Vanzolini / Antônio Xandó

Cheguei na beira do portoOnde as ondas se espáia

As garça dá meia voltaE senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, ai, ai, ai

Aí quando eu vim de minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei fortes bataia, ai, ai, ai

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os óio se enche d`água

Que até a vista se atrapaia, ai, ai, ai.

Neste dia trabalhamos os resumos deste TP e logo depois realizamos a oficina 2.

Continuando o TP6 no encontro posterior trabalhamos as unidades 23 e 24, relendo alguns pontos importantes déste módulo e realizando a oficina 12.

Neste dia fizemos uma coleta de livros para analisar se são ou não favoráveis para serem utilizados com nosso aluno(pensando todo o contexto atual juntamente com as práticas de letramentro)

A seguir segue um dos textos utilizados para discussão neste encontro:



Gêneros e Tipos Textuais

Gêneros textuais
Um texto pode ser apresentado nas mais variadas formas e formatos. Na vida cotidiana,há muitos “textos” a serem “lidos”:
Na Vida Cotidiana
• um gibi
• um jornal
• uma conta
• uma lista de compras
• um cartaz na rua
• um telefonema
• um programa de televisão
• um pedido de informação
... e assim por diante.

Na Vida Escolar
• um livro de uma disciplina qualquer
• um aviso no mural
• o enunciado de uma tarefa
• os pontos importantes da lição, escritos no quadro-negro
• a aula do professor
• as conversas entre colegas na hora do intervalo
• o ditado
... etc.
Cada um deles representa um gênero textual.
Gênero é uma determinada forma de comunicação e interação social em que um conteúdo específico é veiculado por meio de um formato característico.
Há, nos diversos gêneros, uma forma regular e reconhecível, além de padrões de conteúdo também detectáveis, decorrentes de práticas comunicativas estabelecidas em uma comunidade, em um determinado momento histórico. Os gêneros são dinâmicos, evoluindo de acordo com novas solicitações de padrões comunicativos.
Um dos primeiros passos para entendermos um texto é a identificação do gênero a que este pertence. Isso envolve não apenas o reconhecimento das propriedades textuais, mas também um mapeamento de quem são os interlocutores envolvidos na interação e de qual é o propósito comunicativo do texto.
Quantos gêneros existem e quantos são usados na sala de aula e na escola?
Essa pergunta não é fácil de responder. Provavelmente é impossível listar todos os gêneros existentes, já que os critérios de classificação, de divisão e subdivisão não são claros. Classificar um texto como pertencente a um determinado gênero parece mais fácil quando esse texto é muito prototípico. Como exemplo dessa dificuldade, podemos pensar nos dois meios básicos de difusão da linguagem, oral e escrito, como um critério de classificação.
Se você tivesse de caracterizar os exemplos de gêneros como típicos do meio oral ou do meio escrito, como você faria?
Há gêneros tipicamente da fala e gêneros tipicamente da escrita. Veja a comparação abaixo das características das duas modalidades da linguagem: oral e escrita. Características gerais da produção da fala espontânea
• A interação ocorre face-a-face, em tempo real, e os interlocutores alternam os turnos de fala;
• A criação do texto é coletiva, resultante da interação estabelecida;
• As mensagens adaptam-se a um interlocutor conhecido;
• Restrições de ordem temporal afetam o modo como a informação é processada e mantida na memória;
• A comunicação utiliza canais múltiplos: gestos, entonação, expressões faciais etc.;
• A construção do sentido da mensagem pode se apoiar em elementos do contexto extralingüístico;
• O texto oral só existe no momento da enunciação, desaparece rapidamente e a retenção de seu conteúdo depende da memória;
• O texto oral é menos planejado e está sujeito a hesitações, repetições etc.
Características gerais da produção escrita
• Não há presença do interlocutor e o tempo entre a escrita e a leitura não é simultâneo;
• O texto é geralmente criado por um único autor;
• O interlocutor nem sempre é conhecido;
• A composição e a leitura não sofrem restrições de natureza temporal. É possível reler e rever o texto;
• A comunicação vale-se primordialmente de sinais gráficos organizados sequencialmente. Figuras e ilustrações podem contribuir para a compreensão;
• A informação é depreendida do material lingüístico e visual;
• Tanto o conteúdo quanto o formato do texto escrito ficam registrados, não desaparecem;
• O texto escrito é planejado, o que permite um controle maior da forma e da estrutura.

Gêneros digitais













Como ficou difícil a visualização , segue o diálogo abaixo:
_Caramba!Eu não consigo fazer uma capa decente pro meu relatório
_Deixa comigo! Eu sou especialista em desenho e estou bem acostumado a ajudar gente que não tem o menor talento...
_OPS!
_Ideia boa, texto ruim e péssima reação do público alvo...

Muitas vezes não temos certeza sobre a modalidade utilizada em certos gêneros. Nas histórias em quadrinhos ou tirinhas de jornal, por exemplo, os balões apresentam a língua escrita, mas representam falas dos personagens.

Essa dificuldade em definir a modalidade fica ainda mais clara quando pensamos nos gêneros digitais.
Se você fosse incluir os gêneros abaixo na modalidade oral ou escrita, onde os incluiria?
• blog
• e-mail
• chat
• fórum
A própria caracterização desses “gêneros” é contestável. Há e-mails cujo conteúdo é semelhante ao de uma conversa, outros que são anúncios, piadas, etc. O mesmo acontece com blogs, chats e fóruns. A diversificação de propósitos e de conteúdos faz-nos pensar hoje nesses “gêneros” mais como veículos ou ambientes do que propriamente como gêneros.
A tecnologia tem incluído em nosso repertório um novo grupo de gêneros textuais, os chamados gêneros digitais. Neles, a tecnologia influencia a linguagem usada na interação, do mesmo modo como é influenciada por ela.
Como os gêneros são eventos sócio-discursivos, as comunidades passam a incluir novos gêneros à medida que os eventos sociais se expandem e os meios de difusão da linguagem também.
Historicamente, os povos de cultura essencialmente oral tinham um conjunto reduzido de gêneros. A invenção da escrita propiciou o surgimento de uma gama maior deles. Os gêneros se multiplicaram ainda mais com a invenção da prensa gráfica, que permitiu a
reprodução tipográfica em escala antes inimaginável. Hoje, estamos na era da cultura eletrônica, e, como diz Luiz Antônio Marchuschi, “Com o telefone, o gravador, o rádio, a TV e, particularmente, o computador pessoal e sua aplicação mais notável, a Internet, presenciamos uma explosão de novos gêneros e novas formas de comunicação, tanto na oralidade como na escrita.”
MARCHUSCHI, L.A. 2005. Gêneros textuais: definição e funcionalidade.
A. P. Dionisio et al. (orgs) Gêneros textuais e ensino. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Lucerna. p.19



Tipos textuais
A expressão “tipo textual” designa um fragmento de língua (um enunciado) que apresenta certas propriedades lingüísticas intrínsecas, ou seja, o uso de determinadas palavras, determinados tempos verbais, determinadas relações lógicas.
Além dessas marcas lingüísticas, cada tipo textual tem um propósito. Em outras palavras, uma narração “conta uma história”, uma descrição apresenta as características físicas (ou psicológicas) de uma entidade, uma exposição ou dissertação apresenta fatos da
realidade, uma argumentação defende uma idéia ou uma tese e uma injunção procura provocar uma reação do interlocutor, seja ela física ou verbal.

Os tipos textuais são:
• narração
• descrição
• exposição
• argumentação
• injunção
No TP 6 fora utilizada a seguinte pauta:


Unidade 21, 22
Pauta:
*Mensagem “Acredite em você”
*Falando sobre o GESTAR – cronograma , projeto , relatórios , fotos , término...

*Propaganda com os melhores produtos do mercado (cada participante recebeu uma imagem que continha um objeto em más condições e teria que criar uma propaganda


*Texto:Por que Eva comeu a maçã
*Leitura Minhas férias, pula uma linha , parágrafo. (Cristiane Gribel)
*Leitura da unidade no TP 6 e oficina 11
* Vídeo “Os melhores do mundo"


Por que Eva comeu a maçã??
Não foi assim sim fácil não!!!No início, Eva não queria comer a maçã.- Come - disse a serpente astuta! - e serás como os anjos!- Não - respondeu Eva. Virando a cara para o lado!- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.- Cruzou os braços, olhou bem na cara da serpente e respondeu firme:- Não!- Serás imortal.- Não! Já disse!- Serás como Deus!- Não, e NÃO! Já disse que não!Irritadíssima, quase enfiando a maçã goela abaixo, a serpente já estava desesperada e não sabia mais o que fazer para que aquela mulher, de princípios tao rígidos e personalidade tão forte comesse a maçã.Até que teve uma idéia, já que nenhum dos argumentos havia funcionado...Ofereceu novamente a fruta e disse com um sorrizinho maroto:- Come, boba!!! EMAGRECE!!!!FOI TIRO E QUEDA!!!!







quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Nos estudos do TP 5 houve bastante aproveitamento. Como sempre o material fora bastante aproveitado nas oficinas, cujo tempo foi sempre utilizado para relembrar os conteúdos estudados em casa.
Nos encontros fizemos uma recapitulação das unidades das quais discutimos “Estilística” e realizamos atividades propostas pelo TP. Veja abaixo a leitura compartilhada que realizamos e o texto de apoio que utilizamos para discussão no primeiro encontro, cujo tempo também foi utilizado para oficina 9. Nesta pedi que os alunos fizessem um apanhado geral das principais ideias contidas na unidade estudada e as expusessem em forma de cartaz. Neste dia também realizamos uma dinâmica intitulada “encontre seu par” para que pudéssemos entender melhor o que é coerência e coesão e também atividades do AA versão do aluno (aula 2 - "A poesia na música" e aula 3 "Brincando com os sons"- desta última atividade surgiram textos muito interessantes e criativos e risadas ao trabalharmos trava-línguas)

Leitura deleite: Hoje me dei conta

Hoje me dei conta de que as pessoas vivem a esperar por algoE quando surge uma oportunidadeSe dizem confusas e despreparadasSentem que não merecemQue o tempo certo ainda não chegouE a vida passaE os momentos se acumulam como papéis sobre uma mesaEstamos nos preparando para qualquer coisaMas ainda não aprendemos a viverA arriscar por aquilo que queremosA sentir aquilo que sonhamosE assim adiamos nossas vidas por tempo indeterminadoAté que a vida se encarregue de decidir por nós mesmosE percebemos o quanto perdemosE o tanto que poderíamos ter evitadoComo somos tolos em nossos pensamentos limitadosEm nossas emoções contidasEm nossas ações determinadasO ser humano se prende em si mesmoPor medo e desconfiançaVive como coisaNum mundo de coisasO tempo esperado é o agoraSua consciência lhe direcionaSeus sentidos lhe alertamE suas emoções não mais são desprezadasAntes que tudo acabeÉ preciso fazer iniciarMesmo com dor e sofrimentoAntes arriscar do que apenas sonhar
Autora Cecília Meireles

Resumindo

A Estilística é uma das disciplinas voltadas aos fenômenos da linguagem. Definindo de forma simples, é o estudo do estilo.
No domínio da linguagem, o estilo é conceituado de várias maneiras pêlos estudi­osos da Estilística. De modo geral, as definições consideram-no como o resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir os efeitos de sentido motivados pela emoção e afetividade do falante.
A Estilística estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso.
No plano sonoro, vários recursos estilísticos podem ser usados: os fonemas, o acento, a entoação, a altura e o ritmo de sílabas, palavras e frases.
A harmonia imitativa é a combinação de recursos sonoros diversos, baseados na l repetição de sons e no ritmo.
No plano da palavra, a metáfora e a metonímia constituem importantes recursos de estilo, assim como as tonalidades emotivas das palavras, que indicam a emoção,o senti­mento do falante. A formação de palavras também é uma fonte de expressividade.
Os recursos estilísticos no nível do som e da palavra estão presentes tanto no texto escrito quanto no oral.
A língua portuguesa é riquíssima em expressividade, e os recursos são numerosos. Vimos apenas alguns, ligados a quatro aspectos: som, palavra, frase e enunciação.
Embora seja comum vincular as questões de estilo ao texto literário, é preciso não esquecer que elas estão presentes em todas as variedades lingüísticas e em todos os gêneros. É certo que exemplos de alguns fatos estilísticos são mais facilmente encontrados no texto literário, como a harmonia imitativa, que é peculiar ao texto poético. Mas o desejo de expressar-se vivamente e evidenciar a afetividade é inerente ao ser humano, portanto, os elementos lógicos da linguagem sempre serão catalisados pelo sentimento do falante.
É justamente pelo caráter humano e universal das manifestações estilísticas na linguagem que uma das definições de estilo mais citadas diz que "o estilo é o homem."
A coerência de um texto não está propriamente no texto, ou na simples organização lingüística: é uma qualidade que se constrói na leitura e interpretação do: textos, sejam eles verbais ou não verbais.
A multiplicidade de experiências de mundo serve de base para compor o "quebra-cabeças" em que se constitui o texto. Quanto maior for a informação do leitor ; respeito do tema, maior sua prontidão para interpretar a continuidade de sentidos, coerência textual.
A harmonia entre as informações que servem de pistas para estabelecer essa continuidade constitui a coerência textual. Portanto, diferentes leitores, com diferentes informações prévias, com diferentes visões de mundo, podem atribuir níveis d coerência diferentes ao mesmo texto. No nível dos elementos lingüísticos, a coerência textual também depende da cooperação do leitor para estabelecer a solidariedade significativa entre as partes de um texto. Muitos subentendidos precisam ser "completados", muitos "fios conduto­res" dos raciocínios precisam ser identificados.
A partir de conhecimentos e experiências prévias também vão os elementos lingüísticos se organizando em continuidades de sentidos. Esses elementos funcionam como pistas para a construção de um mundo textual, no qual a coerência se apóia. O nível de habilidade para detectar e compreender essas pistas pode variar de leitor para leitor, de ouvinte para ouvinte; por isso, coerência não é uma questão de tudo ou nada, mas de gradação de possibilidades.
Com o domínio de habilidades de leitura desenvolve-se a consciência para as estratégias que utilizamos na apreensão dessas pistas textuais.
Nesse processo, torna-se importante o equilíbrio entre as informações que já são de conhecimento prévio do leitor e as informações novas que o texto pretende trazer.
Outro fator importante é a contextualização de informações, pois pela contextualização é possível perceber como as informações podem ser interpretadas na construção da coerência.
Em suma, é pela coerência textual que se vê - e se faz mero amontoado de palavras e um texto.
Para que um texto faça sentido, alguns termos lingüísticos colaboram com as relações de coerência. Esses termos são encarregados de "orientar" os modos como rãs informações fornecidas no texto devem ser interpretadas, marcando a interdependência entre elas.
A coesão textual refere-se, assim, às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.
Enquanto a coerência textual se constrói na relação entre o texto e seu contexto, coesão se constrói na inter-relação entre as partes do texto, fazendo dele um todo significativo. Por isso, dizemos que o fenômeno da coesão textual é solidário ao da coerência.
Cada um dos elementos que marca essa continuidade é chamado de elo ou laço coesivo. O encadeamento desses elos constitui a cadeia coesiva.
Na falta de marcas explícitas, a própria ordenação das ideias pode ser um i elemento de coesão; chama-se, então, coesão por justaposição.
Elos coesivos são os elementos lingüísticos que, em um texto, vão retomando as ideias para dar continuidade aos sentidos textuais. A coesão referencial é constituída por termos linguísticos que remetem ao mesmo objeto, ou referente.

OBS: No primeiro encontro também fizemos uma dinâmica que tinha como tema "o tempo de cada um" : pedi que cada um escrevesse dentro de um relógio ,desenhado com as horas ,o que faz no seu tempo real e num outro o que faria no seu tempo ideal. Depois compartilhamos o produto final.