domingo, 13 de dezembro de 2009

A professora Elizabete Tomaz Marquez desenvolveu o Projeto : Ler mais para escrever melhor cujo objetivo era compreender que o hábito da leitura nos torna escritores mais competentes com os maior número de experiências e dados teóricos a serem demonstrados e desenvolvidos.

ÚLTIMO ENCONTRO





O último encontro foi destinado à entrega de atividades pendentes e mostra do Projeto que já havia sido eleborado e colocado em prática na escola.
A professora Elizabete Porto desenvolveu o Projeto Um novo olhar “ a leitura e a escrita”
Cujo objetivo era valorizar a construção de conhecimento através da leitura e da escrita , promovendo reflexões e criando condições para um uso mais adequado e consciente da Língua Portuguesa no dia a dia.

TP 2

Este TP foi introduzido com uma leitrua compartilhada em power point cujo título era "felicidade". Lemos alguns pontos importantes deste módulo e realizamos algumas atividades dele. Também foi analisado alguns textos de alunos para verificar "A frase e sua organização". Neste dia também aproveitei para trabalhar com o material "Entendendo o erro ortográfico"(vídeo e apostila) do professor Artur Gomes de Morais e esta etapa foi bastante produtiva. Em seguida realizamos a oficina três.
No outro encontro referente às unidades 7 e 8 dete mesmo TP, iniciei o encontro com uma mesagem chamada "Dupla visão" ( esta mensagem continha quadros com imagens subliminares, onde poderiam ser vistas outras imagens a partir da mesma). Em seguida lemos o texto:
Traduzir-se
Uma parte de mim é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão:
outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera:
outra parte delira.
Uma parte de mim almoça e janta:
outra parte se espanta.
Uma parte de mim é permanente:
outra parte se sabe de repente.
Uma parte de mim é só vertigem:
outra parte, linguagem.
Traduzir-se uma parte
na outra parte -
que é uma questão de vida ou morte
- será arte?
Em seguida realizamos leitura de pontos importantes deste Tp e atividades( inclusive uma foi utilizada a música "Fantasia" de Chico Buarque) e ainda realizamos a oficina 4.

sábado, 12 de dezembro de 2009

TP 1

Iniciamos o TP 1 com estudos do material e atividades por ele proposta. Um dos textos que mais chemou atenção foi "Conta de novo" e os textos que abordaram o tema família e separação .O tempo também foi utlizado para escolha de oficinas e atividades do AA 1 ( versão do aluno).Também foi feita oficina 1.

A unidade 3 e 4 foi introduzida com o livro" Asa da palavra" de Adriana Biterães Netto, a seguir lemos alguns pontos importantes do texto "Preconceito linguístico" de Marcos Bagno e ouvimos a música Cuitelinho.

Cuitelinho

Composição: Paulo Vanzolini / Antônio Xandó

Cheguei na beira do portoOnde as ondas se espáia

As garça dá meia voltaE senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, ai, ai, ai

Aí quando eu vim de minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei fortes bataia, ai, ai, ai

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

Os óio se enche d`água

Que até a vista se atrapaia, ai, ai, ai.

Neste dia trabalhamos os resumos deste TP e logo depois realizamos a oficina 2.

Continuando o TP6 no encontro posterior trabalhamos as unidades 23 e 24, relendo alguns pontos importantes déste módulo e realizando a oficina 12.

Neste dia fizemos uma coleta de livros para analisar se são ou não favoráveis para serem utilizados com nosso aluno(pensando todo o contexto atual juntamente com as práticas de letramentro)

A seguir segue um dos textos utilizados para discussão neste encontro:



Gêneros e Tipos Textuais

Gêneros textuais
Um texto pode ser apresentado nas mais variadas formas e formatos. Na vida cotidiana,há muitos “textos” a serem “lidos”:
Na Vida Cotidiana
• um gibi
• um jornal
• uma conta
• uma lista de compras
• um cartaz na rua
• um telefonema
• um programa de televisão
• um pedido de informação
... e assim por diante.

Na Vida Escolar
• um livro de uma disciplina qualquer
• um aviso no mural
• o enunciado de uma tarefa
• os pontos importantes da lição, escritos no quadro-negro
• a aula do professor
• as conversas entre colegas na hora do intervalo
• o ditado
... etc.
Cada um deles representa um gênero textual.
Gênero é uma determinada forma de comunicação e interação social em que um conteúdo específico é veiculado por meio de um formato característico.
Há, nos diversos gêneros, uma forma regular e reconhecível, além de padrões de conteúdo também detectáveis, decorrentes de práticas comunicativas estabelecidas em uma comunidade, em um determinado momento histórico. Os gêneros são dinâmicos, evoluindo de acordo com novas solicitações de padrões comunicativos.
Um dos primeiros passos para entendermos um texto é a identificação do gênero a que este pertence. Isso envolve não apenas o reconhecimento das propriedades textuais, mas também um mapeamento de quem são os interlocutores envolvidos na interação e de qual é o propósito comunicativo do texto.
Quantos gêneros existem e quantos são usados na sala de aula e na escola?
Essa pergunta não é fácil de responder. Provavelmente é impossível listar todos os gêneros existentes, já que os critérios de classificação, de divisão e subdivisão não são claros. Classificar um texto como pertencente a um determinado gênero parece mais fácil quando esse texto é muito prototípico. Como exemplo dessa dificuldade, podemos pensar nos dois meios básicos de difusão da linguagem, oral e escrito, como um critério de classificação.
Se você tivesse de caracterizar os exemplos de gêneros como típicos do meio oral ou do meio escrito, como você faria?
Há gêneros tipicamente da fala e gêneros tipicamente da escrita. Veja a comparação abaixo das características das duas modalidades da linguagem: oral e escrita. Características gerais da produção da fala espontânea
• A interação ocorre face-a-face, em tempo real, e os interlocutores alternam os turnos de fala;
• A criação do texto é coletiva, resultante da interação estabelecida;
• As mensagens adaptam-se a um interlocutor conhecido;
• Restrições de ordem temporal afetam o modo como a informação é processada e mantida na memória;
• A comunicação utiliza canais múltiplos: gestos, entonação, expressões faciais etc.;
• A construção do sentido da mensagem pode se apoiar em elementos do contexto extralingüístico;
• O texto oral só existe no momento da enunciação, desaparece rapidamente e a retenção de seu conteúdo depende da memória;
• O texto oral é menos planejado e está sujeito a hesitações, repetições etc.
Características gerais da produção escrita
• Não há presença do interlocutor e o tempo entre a escrita e a leitura não é simultâneo;
• O texto é geralmente criado por um único autor;
• O interlocutor nem sempre é conhecido;
• A composição e a leitura não sofrem restrições de natureza temporal. É possível reler e rever o texto;
• A comunicação vale-se primordialmente de sinais gráficos organizados sequencialmente. Figuras e ilustrações podem contribuir para a compreensão;
• A informação é depreendida do material lingüístico e visual;
• Tanto o conteúdo quanto o formato do texto escrito ficam registrados, não desaparecem;
• O texto escrito é planejado, o que permite um controle maior da forma e da estrutura.

Gêneros digitais













Como ficou difícil a visualização , segue o diálogo abaixo:
_Caramba!Eu não consigo fazer uma capa decente pro meu relatório
_Deixa comigo! Eu sou especialista em desenho e estou bem acostumado a ajudar gente que não tem o menor talento...
_OPS!
_Ideia boa, texto ruim e péssima reação do público alvo...

Muitas vezes não temos certeza sobre a modalidade utilizada em certos gêneros. Nas histórias em quadrinhos ou tirinhas de jornal, por exemplo, os balões apresentam a língua escrita, mas representam falas dos personagens.

Essa dificuldade em definir a modalidade fica ainda mais clara quando pensamos nos gêneros digitais.
Se você fosse incluir os gêneros abaixo na modalidade oral ou escrita, onde os incluiria?
• blog
• e-mail
• chat
• fórum
A própria caracterização desses “gêneros” é contestável. Há e-mails cujo conteúdo é semelhante ao de uma conversa, outros que são anúncios, piadas, etc. O mesmo acontece com blogs, chats e fóruns. A diversificação de propósitos e de conteúdos faz-nos pensar hoje nesses “gêneros” mais como veículos ou ambientes do que propriamente como gêneros.
A tecnologia tem incluído em nosso repertório um novo grupo de gêneros textuais, os chamados gêneros digitais. Neles, a tecnologia influencia a linguagem usada na interação, do mesmo modo como é influenciada por ela.
Como os gêneros são eventos sócio-discursivos, as comunidades passam a incluir novos gêneros à medida que os eventos sociais se expandem e os meios de difusão da linguagem também.
Historicamente, os povos de cultura essencialmente oral tinham um conjunto reduzido de gêneros. A invenção da escrita propiciou o surgimento de uma gama maior deles. Os gêneros se multiplicaram ainda mais com a invenção da prensa gráfica, que permitiu a
reprodução tipográfica em escala antes inimaginável. Hoje, estamos na era da cultura eletrônica, e, como diz Luiz Antônio Marchuschi, “Com o telefone, o gravador, o rádio, a TV e, particularmente, o computador pessoal e sua aplicação mais notável, a Internet, presenciamos uma explosão de novos gêneros e novas formas de comunicação, tanto na oralidade como na escrita.”
MARCHUSCHI, L.A. 2005. Gêneros textuais: definição e funcionalidade.
A. P. Dionisio et al. (orgs) Gêneros textuais e ensino. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Lucerna. p.19



Tipos textuais
A expressão “tipo textual” designa um fragmento de língua (um enunciado) que apresenta certas propriedades lingüísticas intrínsecas, ou seja, o uso de determinadas palavras, determinados tempos verbais, determinadas relações lógicas.
Além dessas marcas lingüísticas, cada tipo textual tem um propósito. Em outras palavras, uma narração “conta uma história”, uma descrição apresenta as características físicas (ou psicológicas) de uma entidade, uma exposição ou dissertação apresenta fatos da
realidade, uma argumentação defende uma idéia ou uma tese e uma injunção procura provocar uma reação do interlocutor, seja ela física ou verbal.

Os tipos textuais são:
• narração
• descrição
• exposição
• argumentação
• injunção
No TP 6 fora utilizada a seguinte pauta:


Unidade 21, 22
Pauta:
*Mensagem “Acredite em você”
*Falando sobre o GESTAR – cronograma , projeto , relatórios , fotos , término...

*Propaganda com os melhores produtos do mercado (cada participante recebeu uma imagem que continha um objeto em más condições e teria que criar uma propaganda


*Texto:Por que Eva comeu a maçã
*Leitura Minhas férias, pula uma linha , parágrafo. (Cristiane Gribel)
*Leitura da unidade no TP 6 e oficina 11
* Vídeo “Os melhores do mundo"


Por que Eva comeu a maçã??
Não foi assim sim fácil não!!!No início, Eva não queria comer a maçã.- Come - disse a serpente astuta! - e serás como os anjos!- Não - respondeu Eva. Virando a cara para o lado!- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.- Cruzou os braços, olhou bem na cara da serpente e respondeu firme:- Não!- Serás imortal.- Não! Já disse!- Serás como Deus!- Não, e NÃO! Já disse que não!Irritadíssima, quase enfiando a maçã goela abaixo, a serpente já estava desesperada e não sabia mais o que fazer para que aquela mulher, de princípios tao rígidos e personalidade tão forte comesse a maçã.Até que teve uma idéia, já que nenhum dos argumentos havia funcionado...Ofereceu novamente a fruta e disse com um sorrizinho maroto:- Come, boba!!! EMAGRECE!!!!FOI TIRO E QUEDA!!!!







quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Nos estudos do TP 5 houve bastante aproveitamento. Como sempre o material fora bastante aproveitado nas oficinas, cujo tempo foi sempre utilizado para relembrar os conteúdos estudados em casa.
Nos encontros fizemos uma recapitulação das unidades das quais discutimos “Estilística” e realizamos atividades propostas pelo TP. Veja abaixo a leitura compartilhada que realizamos e o texto de apoio que utilizamos para discussão no primeiro encontro, cujo tempo também foi utilizado para oficina 9. Nesta pedi que os alunos fizessem um apanhado geral das principais ideias contidas na unidade estudada e as expusessem em forma de cartaz. Neste dia também realizamos uma dinâmica intitulada “encontre seu par” para que pudéssemos entender melhor o que é coerência e coesão e também atividades do AA versão do aluno (aula 2 - "A poesia na música" e aula 3 "Brincando com os sons"- desta última atividade surgiram textos muito interessantes e criativos e risadas ao trabalharmos trava-línguas)

Leitura deleite: Hoje me dei conta

Hoje me dei conta de que as pessoas vivem a esperar por algoE quando surge uma oportunidadeSe dizem confusas e despreparadasSentem que não merecemQue o tempo certo ainda não chegouE a vida passaE os momentos se acumulam como papéis sobre uma mesaEstamos nos preparando para qualquer coisaMas ainda não aprendemos a viverA arriscar por aquilo que queremosA sentir aquilo que sonhamosE assim adiamos nossas vidas por tempo indeterminadoAté que a vida se encarregue de decidir por nós mesmosE percebemos o quanto perdemosE o tanto que poderíamos ter evitadoComo somos tolos em nossos pensamentos limitadosEm nossas emoções contidasEm nossas ações determinadasO ser humano se prende em si mesmoPor medo e desconfiançaVive como coisaNum mundo de coisasO tempo esperado é o agoraSua consciência lhe direcionaSeus sentidos lhe alertamE suas emoções não mais são desprezadasAntes que tudo acabeÉ preciso fazer iniciarMesmo com dor e sofrimentoAntes arriscar do que apenas sonhar
Autora Cecília Meireles

Resumindo

A Estilística é uma das disciplinas voltadas aos fenômenos da linguagem. Definindo de forma simples, é o estudo do estilo.
No domínio da linguagem, o estilo é conceituado de várias maneiras pêlos estudi­osos da Estilística. De modo geral, as definições consideram-no como o resultado da escolha dos recursos expressivos capazes de produzir os efeitos de sentido motivados pela emoção e afetividade do falante.
A Estilística estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso.
No plano sonoro, vários recursos estilísticos podem ser usados: os fonemas, o acento, a entoação, a altura e o ritmo de sílabas, palavras e frases.
A harmonia imitativa é a combinação de recursos sonoros diversos, baseados na l repetição de sons e no ritmo.
No plano da palavra, a metáfora e a metonímia constituem importantes recursos de estilo, assim como as tonalidades emotivas das palavras, que indicam a emoção,o senti­mento do falante. A formação de palavras também é uma fonte de expressividade.
Os recursos estilísticos no nível do som e da palavra estão presentes tanto no texto escrito quanto no oral.
A língua portuguesa é riquíssima em expressividade, e os recursos são numerosos. Vimos apenas alguns, ligados a quatro aspectos: som, palavra, frase e enunciação.
Embora seja comum vincular as questões de estilo ao texto literário, é preciso não esquecer que elas estão presentes em todas as variedades lingüísticas e em todos os gêneros. É certo que exemplos de alguns fatos estilísticos são mais facilmente encontrados no texto literário, como a harmonia imitativa, que é peculiar ao texto poético. Mas o desejo de expressar-se vivamente e evidenciar a afetividade é inerente ao ser humano, portanto, os elementos lógicos da linguagem sempre serão catalisados pelo sentimento do falante.
É justamente pelo caráter humano e universal das manifestações estilísticas na linguagem que uma das definições de estilo mais citadas diz que "o estilo é o homem."
A coerência de um texto não está propriamente no texto, ou na simples organização lingüística: é uma qualidade que se constrói na leitura e interpretação do: textos, sejam eles verbais ou não verbais.
A multiplicidade de experiências de mundo serve de base para compor o "quebra-cabeças" em que se constitui o texto. Quanto maior for a informação do leitor ; respeito do tema, maior sua prontidão para interpretar a continuidade de sentidos, coerência textual.
A harmonia entre as informações que servem de pistas para estabelecer essa continuidade constitui a coerência textual. Portanto, diferentes leitores, com diferentes informações prévias, com diferentes visões de mundo, podem atribuir níveis d coerência diferentes ao mesmo texto. No nível dos elementos lingüísticos, a coerência textual também depende da cooperação do leitor para estabelecer a solidariedade significativa entre as partes de um texto. Muitos subentendidos precisam ser "completados", muitos "fios conduto­res" dos raciocínios precisam ser identificados.
A partir de conhecimentos e experiências prévias também vão os elementos lingüísticos se organizando em continuidades de sentidos. Esses elementos funcionam como pistas para a construção de um mundo textual, no qual a coerência se apóia. O nível de habilidade para detectar e compreender essas pistas pode variar de leitor para leitor, de ouvinte para ouvinte; por isso, coerência não é uma questão de tudo ou nada, mas de gradação de possibilidades.
Com o domínio de habilidades de leitura desenvolve-se a consciência para as estratégias que utilizamos na apreensão dessas pistas textuais.
Nesse processo, torna-se importante o equilíbrio entre as informações que já são de conhecimento prévio do leitor e as informações novas que o texto pretende trazer.
Outro fator importante é a contextualização de informações, pois pela contextualização é possível perceber como as informações podem ser interpretadas na construção da coerência.
Em suma, é pela coerência textual que se vê - e se faz mero amontoado de palavras e um texto.
Para que um texto faça sentido, alguns termos lingüísticos colaboram com as relações de coerência. Esses termos são encarregados de "orientar" os modos como rãs informações fornecidas no texto devem ser interpretadas, marcando a interdependência entre elas.
A coesão textual refere-se, assim, às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.
Enquanto a coerência textual se constrói na relação entre o texto e seu contexto, coesão se constrói na inter-relação entre as partes do texto, fazendo dele um todo significativo. Por isso, dizemos que o fenômeno da coesão textual é solidário ao da coerência.
Cada um dos elementos que marca essa continuidade é chamado de elo ou laço coesivo. O encadeamento desses elos constitui a cadeia coesiva.
Na falta de marcas explícitas, a própria ordenação das ideias pode ser um i elemento de coesão; chama-se, então, coesão por justaposição.
Elos coesivos são os elementos lingüísticos que, em um texto, vão retomando as ideias para dar continuidade aos sentidos textuais. A coesão referencial é constituída por termos linguísticos que remetem ao mesmo objeto, ou referente.

OBS: No primeiro encontro também fizemos uma dinâmica que tinha como tema "o tempo de cada um" : pedi que cada um escrevesse dentro de um relógio ,desenhado com as horas ,o que faz no seu tempo real e num outro o que faria no seu tempo ideal. Depois compartilhamos o produto final.

domingo, 13 de setembro de 2009

Terceiro relatório

No último relatório mencionei que havia trabalhado o TP 4 nas unidades 13 e 14, então dando continuidade ao mesmo trabalhei as unidades seguintes : 15 cujo título era"Mergulho no texto" e a 16 A Produção textual- Crenças, teorioas e fazeres. Assim foram abordados os seguintes tópicos ( em power point no datashow):
TP 4 Unidades 15 e 16 Mergulho no texto
• Letramento
• Conhecimentos prévios
• Procedimentos e estratégias de leitura
• Complexidade do ato de ler
• Por que e para que perguntar- ler implica esforço - para que lemos? Ler é prazer, é uma viagem...
• Curiosidade
• Processo de leitura - Sequência de perguntas que o leitor faz
• Como chegar à estrutura do texto?
• Conhecer a estrutura auxilia no entendimento global do texto
• Exercícios de síntese, dar novos títulos...
• Quando queremos aprender - leitura lenta, de apreensão de dados , releituras, anotações, resumo ,retenção , busca de novos dados.
• Compreender a linha e a entrelinha.
A produção textual - crenças, teorias e fazeres
• O dom, a inspiração, necessidade de que ninguém seja excluído do desenvolvimento da escrita.
• Influências no desenvolvimento da escrita - escola
• Crenças
• Dom - trabalho - entender objetivos, pesquisar o tema e o género e outros elementos da situação sociocomunicativa
• Ensinar e praticar a escrita
• Com as mudanças na sociedade é necessário expor o aluno a diversos géneros
• Oralidade e escrita
• Professor = Observar não só a forma mas a criatividade
• Sequências didáticas- passo a passo - aprender, aprimorar , revisar, reescrever
• Consciência da audiência
• Relevância do conteúdo
• Sequência da informação
• Nível de formalidade
• Função da comunicação
• Convenção( formato do documento)

A seguir realizamos algumas atividades destas unidades e as atividades que mais chamaram a atenção dos cursistas foras em torno dos textos "Admirável mundo louco" de Ruth Rocha e "Eu é que pergunto para a caneta" de Gabriel o Pensador.
Depois disto realizamos a oficina 8 parte II, e percebi que os professores estavam ainda tendo dificuldades em realizar suas tarefas no avançando na prática pois logo depois do tempo de avaliações, vieram as férias e a seguir veio a extensão destas devido a gripe A. Mas tenho certeza que colocarão em breve as atividades em dia pois em seus relatos sempre mencionam que estão gostando dos materiais do GESTAR bem como das atividades sugeridas, e veem com bons olhos o curso. Continuei a oficina nas partes III, IV e V e finalizei abordando o tema da oficina posterior.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Atividade com Cursista (transformar Gêneros)

GESTAR II - LÍNGUA PORTUGUESA
GÊNEROS E TIPOS TEXTUAIS
PROFESSORA: ELIZABETE TOMAZ MARQUES
Atividade : Transformar um gênero em outro ( propaganda em poema)
FEITO PARA VOCÊ
Venha para mim
E me traga os seus bens.
Deposite em mim confiança
E serás rico também.

Cuidarei de você
E de todas as finanças
Pode me procurar
Para adquirir tempo de bonança

Abra uma conta aqui
Seja nosso cliente
Faça parte dessa família
Divida tudo com a gente.

Banco Itaú Feito pra você.

Síntese sobre Tipo e Gênero Textual

Tipo Textual
Cultura literária ficcional Narrar Contar uma história ficcional coerente.

Documentação e memorização das ações humanas Relatar Contar fatos reais ou experiências vividas, situando-as no tempo e no espaço.

Discussão de problemas sociais controversos Argumentar Expressar opinião, utilizando argumentos para defender um ponto de vista e convencer o interlocutor.

Transmissão e construção de saberes Expor Apresentar diferentes formas do conhecimento.

Instruções e prescrições Instruir Orientar comportamentos.

Gênero Textual

conto maravilhoso fábula lenda narrativa de aventura narrativa de ficção científica narrativa de enigma narrativa mítica biografia romanceada

romance romance histórico novela fantástica conto crônica literária adivinha piada etc.

relato de experiência vivida relato de viagem diário íntimo testemunho caso autobiografia curriculum vitae notícia

reportagem crônica social crônica esportiva relato histórico ensaio ou perfil biográfico biografia etc.

textos de opinião diálogo argumentativo carta de leitor carta de reclamação carta de solicitação debate deliberativo debate regrado assembleia

discurso de defesa (advocacia) discurso de acusação (advocacia) resenha crítica artigos de opinião ou assinados editorial ensaio etc.

texto expositivo (em livro didático) exposição oral seminário conferência comunicação oral palestra entrevista de especialista verbete

artigo enciclopédico tomada de notas resumo de textos expositivos e explicativos resenha relatório científico relatório oral de experiência etc.

instruções de montagem receita regulamento regras de jogo

instruções de uso comandos diversos textos prescritivos etc.

(Adaptado de: Bernard Schneuwly e Joaquim Dolz. Géneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Agenda do GESTAR em Carapebus

GESTARII
EMENTA DOS CADERNOS DE TEORIA E PRÁTICA DE LÍNGUA
PORTUGUESA
TP 3 - Unidade 9 - Géneros textuais: do intuitivo ao Sistematizado - 04/06/09
Unidade 10- Trabalhando com géneros textuais - 18/06/09
Unidade 11- Tipos textuais - 25/06/09
Unidade 12 - A Inter-relação entre Géneros e Tipos Textuais 02/07/09
TP 4- Unidade 13- Leitura, Escrita e Cultura- 09/07/09
Unidade 14- O processo de Leitura - 16/07/09
Unidade 15- Mergulho no Texto- 07/08/09
Unidade 16- A produção textual. Crenças, teorias e fazeres - 20/08/09
TP 5- Unidade 17- Estilística - 27/08/09 Unidade 18- Coerência Textual- 03/09/09 Unidade 19- Coesão Textual- 11/09/09 Unidade 20- Relações Lógicas no Texto- 17/09/09
TP l- Unidade l - Variantes Linguísticas: Dialetos e Registros -24/09/09 Unidade 2- Variantes Linguísticas. Desfazendo Equívocos - 01/10/09 Unidade 3- O Texto como Centro das Experiências no Ensino da Língua- 08/10/09 Unidade 4- A ïntertextualidade - 22/10/09
TP 2- Unidade 5 - Gramática: Seus Vários Sentidos - 29/10/09 Unidade 6- A Frase e Sua Organização- 06/11/09 Unidade 7- A Arte: Formas e Função - 12/11/09 Unidade 8- Linguagem Figurada- 19/11/09
TP 6- Unidade 21- Argumentação e Linguagem- 26/11/09 Unidade 22- Produção Textual: Planejamento e Escrita - 03/12/09 Unidade 23- O Processo de Produção Textual: Revisão e Edição- 10/12/09 Unidade 24- Literatura para Adolescentes- 17/12/09

Segundo relatório

No último relatório enviado mencionei que tenho obtido bons resultados com o GESTAR desenvolvido em meu Município. Só fiquei um pouco triste por ser cinco vagas e só poder atender a quatro educadores por que não conseguimos adaptar o horário pois a maioria dos professores de nossa rede trabalham em outra escola e/ou outro município.
Os professores que estão participando do curso são Elizabete Tomaz Marques, Elizabeth Porto de Matos, Adriana Lima da Silva e Alessandro de Oliveira.
Continuando o relatório, dei continuidade aos trabalhos( que são desenvolvidos uma vez na semana) e no dia 02/07/09 estudamos a Unidade 12 do TP3 – “A inter-relação entre Gêneros e Tipos Textuais” ; pontuamos os principais enfoques deste módulo e realizamos algumas pesquisas, com materiais que eu trouxe,para aprofundar e sanar as dúvidas sobre o assunto.
A seguir realizamos a oficina 6 cujo ponto alto fora o debate sobre o texto do qual uns deveriam argumentar ser um texto de um escritor, enquanto outros defenderem que ser um texto de composição escolar. Trabalhamos ainda mais nesta oficina a questão da intergenerecidade e o entendimento que nenhum texto é completamente puro em relação ao seu tipo textual. Logo depois fizemos uma avaliação dos encontros e chegou-se à conclusão de que este curso está sendo bastante proveitoso para todos os participantes pois além de capacitar ainda possui um bom material de estudo que pode ser utilizado em sala de aula motivando e modificando a prática educativa de muitos que estão tendo acesso ao GESTAR.
Já no dia 09/07/09 foi iniciado o TP4 com a unidade 13 cuja temática era Leitura, Escrita e Cultura, nele tratamos do tema “Letramento”(lemos algumas pesquisas feitas pelos cursistas, pedidas no encontro anterior). Lemos o material didático e realizamos algumas tarefas direcionadas por ele. Em seguida trouxe alguns livros didáticos de Língua Portuguesa e Produção Textual e pedi que os cursistas avaliassem tais livros dentro da perspectiva do Letramento e escolhessem atividades que abordassem tal visão.
No encontro do dia 16/07/09 tratamos sobre o processo de Leitura, estudamos o material e realizamos algumas atividades em sala sobre o módulo da unidade 14, e realizamos a oficina 7 e a parte mais apreciada fora a parte III que da qual era para ser feita uma análise do poema “Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade do qual os alunos deveriam formular questões nele baseadas. Infelizmente os alunos cursistas ainda estão no débito de atividades do “Avançando na Prática” pois além das avaliações e recuperações do 2° bimestre que atrapalharam ainda surgiram as férias. Quando retornarem do recesso colocarão em dia as atividades pendentes.
Fico muito feliz por poder estar participando deste curso como formadora pois estou aperfeiçoando-me e adquirindo mais experiências.
Leíze Maciel
Formadora

Primeiro relatório

Relatório do Município de Carapebus – Língua Portuguesa

Os trabalhos iniciaram-se no dia 03/06/2009 ( um dos motivos pelo início tardio fora o atraso da entrega do material) com a aula inaugural com o encontro dos professores de matemática (quatro), de Língua Portuguesa (quatro) bem como os formadores das respectivas disciplinas, bem como com a presença da Secretária de Educação e sua assessora. A pauta deste primeiro contato constou dos seguintes tópicos:

Ø Fala inicial da Secretária de Educação
Ø Mensagem deleite : “O segredo da vida”
Ø Power Point sobre o GESTAR
Ø Vídeo “O sabor e o saber”
Ø Entrega do material (apostilas do programa)

Logo no outro dia ( 04/06/2009) iniciou-se a primeira oficina com o uso do TP3 – unidade 9 , que foi introduzida com um trabalho de observação, leitura e análise de textos de diversos gêneros para se compreender o que era e o que não poderia ser considerado texto. Pude perceber que todos já sabiam o conceito de texto e chegaram à conclusão que todos os gêneros textuais analisados eram textos.
Continuou-se analisando apostila e realizando as tarefas por ela prescrita e ao mesmo tempo fora dado instruções do uso desta e de como o curso é pautado e seus objetivos e como será a avaliação deles e os trabalhos que terão que trazer para as oficinas( avançando na prática – com seus alunos).
Em seguida pedi que escolhessem um dos gêneros que tiveram contato no início para transformar em um outro gênero. Esta atividade foi bastante apreciada pelos integrantes e surgiram textos interessantíssimos.
No dia 18/06/2009 trabalhamos a unidade 10 , lemos todo o material e realizamos as atividades propostas. Há de se lembrar que as oficinas são semanais com duração de 4 horas. Após realização dos exercícios , pedi que os participantes escolhessem e analisassem a atividade que iriam fazer com seus alunos em sala de aula.
No dia 25 /06/2009 iniciamos com a leitura da unidade 11 e depois eu trouxe uma apostila com resumo dos principais tipos e gêneros textuais ( resumo) para tirar as possíveis dúvidas. A seguir fiz a oficina 5 oriunda da apostila ( final). Dois professores fizeram o avançando na prática e dois não conseguiram ainda por estar em época de provas com seus ânulos “fechando” bimestre. Mas o continuar da oficina transcorreu bem e surgiram atividades muito interessantes a partir do texto “Poema tirado de uma notícia de jornal”.
Até o presente momento tenho notado bastante interesse dos professores e pelo que eu pude perceber estão realizando as tarefas e usando o material. Fico feliz por estar sendo formadora deste programa tão importante para a mudança de posturas na Educação de nosso país.

Leíze de Azevedo Maciel
Formadora e coordenadora

A importância do GESTAR para os educadores

O GESTAR (Programa de Gestão da Aprendizagem Escolar) além de capacitar e fazer com que os educadores atualizem sua prática pedagógica ainda fazem com que esta modifique-se e os alunos só tem ganhos na sua aprendizagem. Aliás todos saem ganhando: o formador, o aluno cursista e seus alunos na sala de aula e se, Deus quiser ,a Educação de nosso país obterá em breve bons frutos, resultado deste estudo e aprofundamento.